F1 2015 – GP da Austrália

Sutton Images
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Finalmente acabou a espera. E os motores foram ligados para uma temporada de início mais conturbado dos últimos tempos.

Não faltou assunto nessa pré temporada. O estranho, e até agora mal explicado, acidente de Fernando Alonso. A ação judicial de Van der Garde, contra a Sauber, às vésperas do 1° treino livre, fazendo pairar a dúvida se Nars realmente iria fazer sua estréia. No final das contas, as coisas pareceriam ter se acertado até a classificação, com o Felipe da Sauber surpreendendo com uma ótima 11° posição e com o Felipe da Williams fazendo uma super volta nos final do Q3 e tomando o 3° lugar de Vettel, que estreava pela Ferrari, com Hamilton e Rosberg na frente (nada que não nos acostumamos ano passado). Aí veio a corrida, e uma enxurrada de notícias para quebrar a monotonia da madrugada. Bottas não correu por fortes dores nas costas. Kvyat e Magnussen, também não largaram por problemas mecânicos, e diminuiu o já minguado grid para 15 carros, um dos menores da história. E na largada, as duas Lotus ficaram pelo caminho, com Maldonado batendo e Grosjean recolhendo o carro para o boxes. No fim, foram só 11 carros recebendo a bandeira quadriculada.

Getty Images
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A prova, no geral, não foi emoção pura. Mas teve aspectos bons para serem observados no decorrer do ano. A Mercedes continua soberana, com uma vantagem aparente para o Hamilton. A Williams e a Ferrari parecem ter evoluído, com os italianos dando um passo maior, mas ambas com os carros mais equilibrados que em 2014. Felipe começou bem sua segunda temporada pela equipe de Frank Williams e poderia ter terminado no pódio, não fosse o bom trabalho do time de Maranello. Vettel com certeza volta a vencer nesta temporada e quem sabe o Massa também não!?

A grata surpresa foi a Sauber, que com a ótima atuação do Nasr, que pulou de 10° para 6° na largada e e terminou em 5°, melhor estréia de um brasileiro na F1. E Ericsson, contando com vários abandonos e com uma McLaren se arrastando, terminou na zona de pontuação. Em uma prova P. Sauber viu sua equipe, que quase não sai às pistas, superar toda a temporada 2014. Já a Honda não teve uma volta muito feliz. Com o abandono do Magnussen, que substituía Alonso, viu seu único carro andar em câmera lenta, e terminar na mesma posição que largou. Em último. A esperança é que este ano sirva de aprendizado para os japoneses e que a parceria volte a ser vitoriosa. Por sorte na F1 não tem rebaixamento.

O ano começou, mas as expectativas continuam. A próxima prova será na Malásia, dias 27-28-29 de Março.

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