Fórmula 1

GP da Austrália 2012

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Vitória tranquila de Jenson Button. Numa corrida que não teve tantas emoções, o britânico desfrutou durante todo o tempo de sua ótima largada, quando deixou Hamilton para trás e logo distanciou-se do pelotão, não sendo ameaçado até a bandeira quadriculada. O único momento que o piloto poderia sofrer alguma pressão seria na relargada – A Caterham do Petrov quebrou e o russo abandonou o carro na reta principal, em frente ao muro do Pit-Lane, causando a entrada do Safety Car. -, mas Vettel, que ganhou a segunda posição de Lewis na troca de pneus, durante a bandeira amarela, não tinha carro para fazer frente à McLaren.

As primeiras voltas foram bastante movimentadas, com várias ultrapassagens e trocas de posições e alguns toques e acidentes. As Ferraris, que tiveram um desempenho pífio na classificação, não passando ao Q3, largaram bem e, tanto Fernando quanto Felipe, conseguiram melhorar suas colocações no grid. Senna e Ricciardo se tocaram na primeira curva e o brasileiro teve sua corrida comprometida. Ainda na volta 3, Grosjean, que largou mal da segunda fila, foi vítima de Pastor Maldonado e abandonou devido a quebra da suspensão dianteira.

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Com a corrida mais tranquila, Massa passou a sofrer com os pneus e parou já na volta 12, abrindo a janela de troca e Schumacher, que vinha bem, teve problemas na caixa de câmbio abandonou. O restante teve um pouco de tudo, bandeira amarela, safety-car, uma ou outra ultrapassagem e quase nada de emoção. Massa continou sofrendo com o pneus e faria três paradas, não fosse o acidente estranho com Bruno Senna, quando os brasileiros, disputando posições numa curva, literalmente se enroscaram depois do toque, forçando o abandono de ambos. Enquanto isso, Alonso brigava pela quarta posição. Quando a corrida parecia que terminaria sem grandes emoções, Rosberg quebrou e Maldonado, sozinho, bateu forte o miolo do circuito.

A impressão geral que ficou após a primeira etapa é que os carros estão bastante desequilibrados, dando muito trabalho aos pilotos. Até a Red Bull, que gozava da fama do carro mais “na mão”, pareceu bem arisco, com Vettel, em alguns momentos, sofrendo para manter a trajetória, principamente nas curvas. Das grandes, a McLaren parece estar na frente neste quesito, não lembro de nenhum momento Hamilton ou Button, tendo trabalho com o carro, e a Ferrari, de longe parece ser a pior. Não fosse a quebra das Mercedes, nem Alonso, que está tirando leite de pedra desde 2010, conseguiria uma boa posição no final da prova. No fim das contas, 10 pontos, pelo quinto lugar do espanhol foi um enorme lucro. Para conferir a classificação final da prova, clique aqui.

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